Mais um fim do mundo…2012 e suas teorias! Fevereiro 9, 2010
Posted by zaboobs in Cupopin Comenta.Tags: 2012, fim do mundo, Maias, profecias maias, teorias de 2012
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Post Retirado do Cupopin quando estava no Blogspot (13-12-2008):
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Existem inúmeras teorias do fim do mundo, desde muito antes que eu possa lembrar (como se tivesse 10.000 anos tipo Rauzito. =D) nativos de todas as regiões do mundo tem feito sua predição para o fim dos tempos. Eu me lembro ter passado pelo menos por um em 2000, que não acabou o mundo e nem teve o bug do milênio pra assustar a gurizada. Agora, a beira de mais uma dessas premonições do fim do mundo chega à vez do calendário Maia, que data que em 21 de Dezembro de 2012 – que é o final do calendário Maia – a chegada do fim das eras, ou quase, na verdade o Planeta seria atingindo por forças magnéticas que reverteriam os pólos (o que realmente acontece!!!) fazendo com que houvesse furacões, erupções, maremotos, tsunamis, etc…
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Mas, além disso, o calendário (que é extremamente preciso, na verdade o mais preciso já inventado, sim ,até que os atuais), fala também sobre as atuais conjunturas que o mundo se encontra como era do medo em que vivemos, a poluição, a depredação da natureza, o materialismo, o não se importar com os outros e com o mundo em que vivemos, etc, e isso vem acorrendo desde 1992 como eles disseram que haveria, quase como um prazo para o não acontecimento de 20 anos para aprender ou para o real começo do caos.
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Após o dia 21 de Dezembro de 2012 apenas os que alcançassem a sincronia com o centro da galáxia e todos os outros seres vivos, como uma transformação interna onde o ser humano atingiria um novo estágio na evolução. Os Maias acreditam que esse acontecimento só faz o ser humano atingir cada vez mais um estágio evoluído e que eles mesmos eram descendentes destas pessoas que alcançaram sua elevação na última vez que aconteceu. Ah… só pra não deixar todo mundo deprimido umas das 7 profecias fala de esperança e do novo recomeço da humanidade.
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Deixo agora sites para vocês para se aprofundarem nestas questões já o que eu escrevi foi um resumo do que eu entendi e interpretei. =D
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Abr,
Saulicious
Obs.: É claro que hollywood já se aproveitou disso e está fazendo um blockbuster para ser lançado, com direção de Roland Emmerich (O dia depois de amanhã, Independe day, 10.000 A.C, etc…) o Senhor filmes apocalíticos!!! Claro que o lançamento do filme está para 2010, caso acertem desta vez o fim do mundo. =D
Sobrevivendo a uma Colação de Grau… Fevereiro 5, 2010
Posted by zaboobs in Cupopin Comenta.Tags: Colação de Grau, dicas, Sobrevivendo
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Hoje de manha fui à Colação de Grau de um grande amigo meu. Cheguei com uma hora de atraso e ainda assim estavam recém começando a entregar os diplomas, depois disso ainda tinha muita coisa por isso fui obrigado a voltar ao trabalho (ver dica 5) e infelizmente só pude ver a hora que o nome desse meu amigo foi chamado.
Depois de passar por isso incontáveis vezes resolvi listar as dicas que mais me ajudaram a passar o tempo e sobreviver a uma Colação de Grau:
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1 – MP3, PSP, Radinho: Itens indispensáveis para aquelas colações intermináveis que vc só quer saber de ouvir o nome do seu amigo e gritar para envergonhar ele. Ótimos métodos de distração, ajuda se vc estiver preparado e tiver baixado uns nerdcasts, papo de gordo enfim algum podcast bacanudo e engraçado. (Os formandos tbm podem se utilizar desta dica)
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2 – Fofocar: Nada melhor do que falar mal daquelas pessoas que vc nem faz idéia de quem sejam. Ficar falando mal dos outros formandos que vc não conhece é muito bom. Sai tanta merda que alguma coisa acaba sendo engraçada. Tem sempre uma menina estranha, um garoto bichinha, uma mina bonitona, sempre tem alguém para ser zuado. Alem disso tem os nomes estranhos que te fazem rachar de rir. Sem contar das diversas oportunidades de sair uma videocassetada, pois são tantas subidas e descidas e movimentações que alguém vai fazer cagada.
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3 – Localização: Saiba onde se sentar. Na frente é uma péssima escolha o melhor lugar seria no fundo onde vc pode sair a qualquer momento para ir ao banheiro ou dar uma esticada nas pernas ou simplesmente dar uma relaxada da Colação.
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4 – Roupas Leves: Sei que nesses eventos devemos ir vestidos adequadamente, mas não existe nenhuma necessidade de ir de terno e gravata. Geralmente o ar condicionado não vai dar conta e dentro de 5 minutos vc vai estar suando em bicas ou seja, evite tudo que puder ser evitado, cueca (pra que?), meia (só a de cano baixo!), e nada de roupas extras a idéia aqui é reduzir. O ideal seria ir de Sunga, mas isso só é possível no Rio de Janeiro.
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5 – Desculpas: Tenha um monte delas para se permitir sair mais cedo e só aparecer novamente no baile. Vale tudo para escapar desde caganeira, briga com a namorada, carro em local proibido, pai passando mal. O importante é vc estar preparado com uma historia fácil de lembrar e simples, nada muito complicado. Ate porque vc tem que se lembrar desta historia depois.
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6 – Álcool: Sim este líquido mágico transforma qualquer Colação em um evento a parte. Aqui o mais importante é a medida. Por que vc não vai querer se passar e sair chamando cada Formanda de Gostosa e cada Formando de Viado. Pode beber um pouquinho para ficar alegre e curtir aqueles vídeos dos formandos em festas, a musica do Nei Matogrosso e tudo que compõem uma Colação. (também vale para os Formandos).
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Abr,
Zaboobs
Renata Santos na primeira foto da Playboy de Fevereiro… Fevereiro 5, 2010
Posted by zaboobs in Coisas Cupopin.Tags: Beldades, Playboy, Playboy de fevereiro, Rainha da Bateria da Mangueira, Renata Santos
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Capa da Playboy de Fevereiro Renata Santos em sua primeira foto que coincidentemente eh a capa. A revista mesmo chega às bancas no dia 9, já na semana que vem. Renata Santos a atual Rainha da Bateria da Mangueira teve suas fotos realizadas no bairro histórico de Santa Tereza, no Rio de Janeiro. O felizardo foi o J.R. Duran que pode fotografar esta bela dama e excelente Rainha.
Abr,
Zaboobs
Denise Milani é a Mulher Maravilha! Fevereiro 4, 2010
Posted by zaboobs in Coisas Cupopin.Tags: Beldades, Denise Milani, Fantasias Femininas, Fantasias para o Halloween, Mulher Maravilha, Mulheres
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Vc sabe quem é Denise Milani? Eu tbm não sabia há ate alguns minutos atrás. Eu estava procurando imagens da Mulher Maravilha (Wonder Woman) e eis que de repente encontrei uma imagem de uma modelo fantasiada de WW. Fui atrás e descobri o nome dela, a partir daí foi fácil encontrar um site que tivesse algumas fotos dela e inclusive um vídeo dela no youtube. Acho que vcs vão gostar de ver esta beldade fantasiada de WW. Eu sei que eu gostei e aprovei, excelente fantasia com detalhes super fiéis aos dos quadrinhos (hehehe).
Via CavemanCircus
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Abr,
Zaboobs
PIN UPS…PRECISO DIZER MAIS… Fevereiro 2, 2010
Posted by zaboobs in Cupopin Comenta.Tags: Arte, Betty Page, Cindy Sherman, Dita Von Teese, Marilyn Monroe, Mulheres, Pin Ups, Suicide Girls
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Coloquei este post no antigo site do Cupopin no Blogspot. Como teve bastante sucesso e eu nunca me canso de ver Pin-Ups. Achei que era legal colocar elas aqui pra vcs de novo. Aproveitem!
“Desenhadas ou fotografadas, elas encarnam há um século o ideal feminino de homens carentes, e tiveram em Marylin Monroe seu principal símbolo.
Oops! Deixei cair a minha calcinha…”, exclama uma linda garota, com uma perna para cima e os seios arrebitados. Sexy, sorridente e bobinha, tal é o estereótipo da pin-up. Uma garota de papel que os esportistas nos vestiários ou os soldados nos quartéis penduram por meio de alfinetes (to pin-up), há mais de um século. Que ela seja desenhada ou fotografada, numa revista ou num calendário, a pin-up não é uma mulher de verdade, e sim uma fantasia: ela é feita para ser devorada com os olhos, e não para casar.
A bela está sempre desnudada, porém raramente nua. Isso porque o gênero pin-up, também chamado “cheesecake” (bolo de queijo), é fundamentalmente pudico. Os homens permanecem fora do cenário; as partes genitais ficam escondidas e o ato sexual é apenas sugerido, nunca consumido. O que explica o porquê do atual desvalimento da pin-up, considerada como obsoleta nesses tempos de licença sexual: daqui para frente, ela que conheceu sua hora de glória nos anos 1930-1950, nos Estados Unidos e no resto do mundo, está se vendo relegada às páginas especiais da revista “Playboy”, ao calendário da Pirelli e à “página 3″ dos tablóides britânicos.
A pin-up mais célebre do século 20, Marilyn Monroe, contribuiu de maneira considerável para impor o clichê da boneca loira, passiva e inocente, à espera do bem-querer do homem. Contudo, “a pin-up não é um símbolo mais misógino do que qualquer outro no campo artístico”, corrige Maria Buszek, autora do livro “Pin-up Grrrls – Feminism, Sexuality, Popular Culture” (2006) e mestre de conferências no Kansas City Art Institute. “Ela refletiu ao mesmo tempo as atitudes vis-à-vis da sexualidade feminina e as esperanças de mudança”.
Cada época, portanto, fabricou uma pin-up que corresponde às suas próprias aspirações: ora uma deusa agressiva e conquistadora, ora um objeto sexual descerebrado.
O termo “pin-up” data dos anos 40, mas a bela é filha da revolução industrial. “É no século 19 que são reunidas as condições para a emergência do gênero”, indica Maria Buszek, “quando surgem os meios de produção das imagens em massa, uma classe média urbana e uma sociedade mais aberta à representação da sexualidade feminina”. Aos poucos vão sendo difundidos, na Europa e nos Estados Unidos, os calendários sexy, os cartões-postais e os pôsteres de atrizes de teatro, por vezes desnudadas.
Mas é a revista americana “Life” que vê surgir o primeiro grande fenômeno pin-up, em 1887: a “Gibson Girl”. Desenhada por Charles Dana Gibson, ela é burguesa, chique e está… vestida! Mesmo se os trajes de banho que descem até os joelhos, parecem ser claramente ousados. Enquanto as sufragistas, nas ruas, são alvos de vaias, que os jornais populares zombam da “New Woman” que pretende trabalhar e ser independente, Gibson impõe esta nova mulher como um ideal romântico.
Com um belo corte de cabelo; bem arrumada, ativa e segura de si, a Gibson Girl seduz os homens com o seu charme, e as mulheres com as suas roupas na moda. Em 1903, Gibson é o ilustrador o mais bem pago do país.
A idade de ouro da pin-up tem início durante os anos 30, com dois desenhistas que se tornaram clássicos do “cheesecake”: George Petty e Alberto Vargas, fazendo o sucesso da revista americana “Esquire”. Logo no seu primeiro número, em 1930, esta publicação masculina de alto padrão enfia nos intervalos das suas páginas de política e literatura uma “Petty Girl”: no começo, inteiramente vestida, ela irá se desfazer das suas pétalas no decorrer dos anos, antes de inaugurar, em 1939, o primeiro “caderno central de três páginas”, que deve ser desdobrado e destacado.
Enquanto a “Petty Girl” é uma ingênua charmosa, a “Varga Girl”, que lhe sucede, banca antes a mulher fatal. As duas têm em comum uma plásticatotalmente irrealista (pernas desmedidas e cintura de abelha), e um sucesso avassalador. O primeiro calendário de “Varga Girls”, publicado em 1940, é um best-seller. E a pin-up vai conquistando seus títulos de respeitabilidade: as revistas generalistas(”Time”, “Look”, “Cosmopolitan”…) passam a aderir a esta nova arte popular, e pedem a artistas para criarem esboços das stars de cinema no estilo “cheesecake”.
O intervalo entre as duas guerras mundiais vê surgirem dezenas de
desenhistas de pin-up, mais ou menos inspirados: Gil Elvgren, o chefe da “escola maionese”, cria calendários inspirando-se em Norman Rockwell e assina propagandas para a Coca-Cola; Art Frahm faz do“oops-deixei-cair-minha-calcinha” sua cansativa assinatura; e Zoé Mozert, por sua vez, faz dela mesma o seu modelo.
Mas, para que a pin-up se torne a arte popular americana por excelência, vai ser preciso esperar até a Segunda Guerra mundial. Ela é então requisitada pelo exército para reforçar o moral dos GI’s: as “Varga Girls” passam a cobrir seus corpos nus com a bandeira estrelada, alistam-se como enfermeiras, trajam o uniforme da Navy…. De um símbolo sexual libertino, a pin-up é elevada à patente de “deusa guerreira” e acaba personificando a mulher americana – segura de si e audaciosa.
Anônimas e atrizes de cinema espalham-se pelas paredes dos dormitórios e as portas dos armários dos soldados, dentro dos seus abrigos e até mesmo sobre a fuselagem dos aviões: é a “nose art”, discretamente incentivada pelas autoridades militares. Nunca a revista “Esquire” recebeu uma correspondência tão grande de fãs. De 1942 a 1946, 9 milhões de exemplares da revista são enviados gratuitamente para as tropas. Além disso, em 1942, quando os Correios americanos ameaçam retirar-lhe suas tarifas privilegiadas sob o pretexto de que os seus desenhos são “pornográficos”, a “Esquire” ganha seu processo, demonstrando o papel patriótico das suas criaturas de sonho.
As pin-ups mais célebres naqueles anos são a loira Betty Grable e a ruiva Rita Hayworth. A primeira causa sérios estragos nos corações dos GI’s com uma foto na qual ela nem sequer mostra seus seios: de costas, trajando um maiô de uma só peça, ela desafia com insolência a objetiva, com um sorriso travesso. Diz a lenda que ela acabou posando desse jeito para disfarçar uma gravidez nascente… Ela recebe dez mil cartas de fãs por semana, e esta foto serve de trampolim para a sua carreira de atriz.
Os “tommies” britânicos também têm a sua pin-up: Jane, uma espiã de pouca roupa a serviço da Sua Majestade, é publicada em histórias em quadrinhos no “Daily Mirror”.
Astuciosa, Jane nunca perde uma oportunidade para rasgar suas roupas – Ah! Esses danados fios de arame-farpado!… Ela é tão famosa que os soldados são autorizados a embarcar provas inéditas da série a bordo dos submarinos, de modo a não perder nenhum episódio.
Enquanto os combates estão no auge, a pin-up exibe orgulhosamente sua glória e sua independência. Mas o fim da guerra, que vê se impor a pin-up fotografada, muda por completo as regras do jogo. “Os anos 50 são conservadores”, comenta Maria Suszek. “A mulher passa então a encarnar papéis mais tradicionais. É a era da ‘virgem eterna’ e do ‘avião loiro e ingênuo’”.
Marilyn Monroe encarna este clichê com perfeição: em 1949, Norma Jean não passa de uma atriz sem um tostão que posa nua para o fotógrafo Tom Kelley. Mas quando é publicado o calendário “Golden Dreams”, ela já evoluiu bastante, e o estúdio a aconselha a negar que se trata dela. A jovem mulher opta antes por alertar os jornalistas e acaba sendo transformada em pouco tempo num símbolo sexual dos Estados Unidos. O ícone mítico e sorridente fará a sua glória, mas também causará a sua desgraça: é difícil impor-se como uma atriz séria quando você encarnou a loira descerebrada cujo vestido é levantado pelo vento (”Sete anos de reflexão”, 1955, de Billy Wilder).
Há muito tempo, o “cheesecake” tem o seu equivalente masculino, mais
discreto: o “beefcake”. Na época de Marilyn, o apolo Tab Hunter é recrutado pelos estúdios para encarnar junto ás adolescentes o solteiro branco, loiro, tranqüilizador e viril, contra o “bad boy” Marlon Brando. O pobre ator, que se vê obrigado a concluir todas as suas entrevistas com um comentário fazendo a apologia da vida matrimonial, é na realidade homossexual… Desde então ele contou sua vida dupla num best-seller amargurado, “Tab Hunter Confidential” (2005).
No decorrer dos anos, o mercado da pin-up se vê limitado às revistas para homens. Em 1953, uma nova revista, a “Playboy”, toma o lugar da “Esquire” (que se desinteressou de uma vez por todas da pin-up), e se especializa no “cheesecake”. A primeira “playmate” das páginas centrais é uma certa Marilyn Monroe. Por trás das suas reivindicações de liberação sexual, a revista faz da pin-up uma boneca sem personalidade. As poses são previsíveis, as fotos retocadas – as modelos são fotografadas no frio, para que as suas mamas fiquem arrebitadas. A pin-up da geração Playboy ou Pirelli – o calendário da marca de pneus nasce em 1964 – afastou-se do grande público.
Será que por causa disso o “cheesecake” morreu? “Ao contrário, ele está em todo lugar”, afirma Maria Buszek. “Toda e qualquer foto de Britney Spears é uma pin-up. Mas ninguém a chama mais assim”. Ainda subsistem alguns desenhistas nostálgicos para manter a chama viva, reinterpretando as pin-ups históricas, tais como Betty Page.
A pin-up também conquistou o campo da arte, com artistas tais como Cindy Sherman, que, desde os anos 70 vem desenvolvendo uma reflexão a respeito da representação da mulher.
Mas, a herança a mais recente da pin-up talvez deva se procurada do lado do “novo burlesco”, nos Estados Unidos. Trata-se de uma corrente que vê as garotas combinarem, no palco, o cabaré com o strip-tease kitsch. Será um retorno às origens? De fato, foi nos teatros, no século 19, que nasceram as primeiras pin-ups: sexy, espertas e… feministas.
Hoje temos Suicide Girls e Dita Von Teese, como elo de ligação dessa época com os dias de hoje, para mim as pin ups não podem deixar de existir nunca, afinal elas são parte da cultura e sempre devemos preservar a cultura.”
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Abr,
Zaboobs
fonte: UOL, Claire Guillot, Tradução: Jean-Yves de Neufville
























