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Capa da Playboy de Abril – Claudia Colucci a Cacau do BBB10 Março 30, 2010

Posted by zaboobs in Coisas Cupopin.
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Tradição básica das meninas do BBB. Sair da casa sem ganhar o mega premio, sair na playboy e tentar carreira de apresentadora. Cacau não foi exceção e esta seguindo a risca a cartilha das meninas do BBB.

Fico no aguardo de sugestões para os programas que ela poderia apresentar, lembrando que devemos aproveitar os atributos que ela possui.

Abr,

Zaboobs

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Dicas para os Homens: como agradá-las no dia das Mulheres Março 8, 2010

Posted by zaboobs in Cupopin Comenta.
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Eu este post no site da http://www.maurenmotta.com.br e como hoje se comemora o Dia da Mulher, achei que seria interessante replicar estas dicas para o dia delas, leiam e coloquem em pratica…

“Nós temos certeza de que todos os dias são das mulheres, mas aproveitando que temos uma data dedicada pra gente, ela deve ser comemorada de todas as maneiras possíveis. Os namorados e maridos têm obrigação de participar dessa celebração. Mas a gente sabe que às vezes eles até tem boa vontade, só que ficam meio perdidos quando o assunto é agradar a amada. Então pra dar um help pros moços eis uma lista de coisinhas simples, mas que toda mulher gosta, que eles podem e devem fazer nesse 08 de março:

Flores – Encomende as flores que ela mais gosta e mande entregar para ela no trabalho com um cartão parabenizando-a pelo seu dia. Se ficar complicado de entregar as flores durante o dia leva-as para casa, à noite.

Jantar romântico em casa ou num restaurante que ela gosta – Se você não tem muitos dons culinários, existem duas opções: ou você encomenda um prato que ela goste ou faz reservas no restaurante. Não se esqueça do vinho ou outra bebida que combine com o cardápio para acompanhar.

Fazer as tarefas que normalmente cabem a ela em casa – As tarefas do lar deveriam ser sempre partilhadas pelo casal, mas nesse dia isso é fundamental. Assuma os cuidados com a casa e com as demais atividades normalmente feitas por ela para que ela possa descansar e curtir melhor o seu dia.

Preparar um banho e massagem relaxantes – Quem tem banheira em casa pode preparar um delicioso banho com sais aromáticos e velas. Se não for o caso, pelo menos uma massagem relaxante vai bem

Café da manhã na cama – Ninguém duvida que Roberto Carlos entende de romantismo e se ele diz que no dia seguinte fará um café pros dois, deve ser porque o gesto funciona. Então prepare um café da manhã com coisas que ela gosta e leve na cama.”

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Abr,

Zaboobs

P.s.: Feliz Dia das Mulheres!!!

Fotos de Kaley Cuoco a Penny de The Big Bang Theory Fevereiro 17, 2010

Posted by zaboobs in Fotos.
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Ola senhores, em se tratando de ser o primeiro post após o carnaval, nada melhor do que trazer fotos de mulheres, vou apenas contrariar a tradição e mostrar uma americana bem conhecida do nosso público e nesse caso com alguma roupa ao contrario de nossas tão amadas musas do carnaval.

A menina em questão é a Kaley Cuoco, quem pensou “quem?” não pode se denominar Nerd, ela é a tão idolatrada Penny do famoso seriado Geek/Nerd  The Big Bang Theory. A edição de março da revista Maxim traz fotos super sensuais dessa beldade Nerd.

Aproveitem essa maravilha da evolução!

Abr,

Zaboobs

Denise Milani é a Mulher Maravilha! Fevereiro 4, 2010

Posted by zaboobs in Coisas Cupopin.
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Vc sabe quem é Denise Milani? Eu tbm não sabia há ate alguns minutos atrás. Eu estava procurando imagens da Mulher Maravilha (Wonder Woman) e eis que de repente encontrei uma imagem de uma modelo fantasiada de WW. Fui atrás e descobri o nome dela, a partir daí foi fácil encontrar um site que tivesse algumas fotos dela e inclusive um vídeo dela no youtube. Acho que vcs vão gostar de ver esta beldade fantasiada de WW. Eu sei que eu gostei e aprovei, excelente fantasia com detalhes super fiéis aos dos quadrinhos (hehehe).

Via CavemanCircus

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Abr,

Zaboobs

PIN UPS…PRECISO DIZER MAIS… Fevereiro 2, 2010

Posted by zaboobs in Cupopin Comenta.
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Coloquei este post no antigo site do Cupopin no Blogspot. Como teve bastante sucesso e eu nunca me canso de ver Pin-Ups. Achei que era legal colocar elas aqui pra vcs de novo. Aproveitem!

“Desenhadas ou fotografadas, elas encarnam há um século o ideal feminino de homens carentes, e tiveram em Marylin Monroe seu principal símbolo.

Oops! Deixei cair a minha calcinha…”, exclama uma linda garota, com uma perna para cima e os seios arrebitados. Sexy, sorridente e bobinha, tal é o estereótipo da pin-up. Uma garota de papel que os esportistas nos vestiários ou os soldados nos quartéis penduram por meio de alfinetes (to pin-up), há mais de um século. Que ela seja desenhada ou fotografada, numa revista ou num calendário, a pin-up não é uma mulher de verdade, e sim uma fantasia: ela é feita para ser devorada com os olhos, e não para casar.

Marilyn Monroe, a pin-up prototípica, posa para um retrato, registrado em 1956

A bela está sempre desnudada, porém raramente nua. Isso porque o gênero pin-up, também chamado “cheesecake” (bolo de queijo), é fundamentalmente pudico. Os homens permanecem fora do cenário; as partes genitais ficam escondidas e o ato sexual é apenas sugerido, nunca consumido. O que explica o porquê do atual desvalimento da pin-up, considerada como obsoleta nesses tempos de licença sexual: daqui para frente, ela que conheceu sua hora de glória nos anos 1930-1950, nos Estados Unidos e no resto do mundo, está se vendo relegada às páginas especiais da revista “Playboy”, ao calendário da Pirelli e à “página 3″ dos tablóides britânicos.

A pin-up mais célebre do século 20, Marilyn Monroe, contribuiu de maneira considerável para impor o clichê da boneca loira, passiva e inocente, à espera do bem-querer do homem. Contudo, “a pin-up não é um símbolo mais misógino do que qualquer outro no campo artístico”, corrige Maria Buszek, autora do livro “Pin-up Grrrls – Feminism, Sexuality, Popular Culture” (2006) e mestre de conferências no Kansas City Art Institute. “Ela refletiu ao mesmo tempo as atitudes vis-à-vis da sexualidade feminina e as esperanças de mudança”.

Cada época, portanto, fabricou uma pin-up que corresponde às suas próprias aspirações: ora uma deusa agressiva e conquistadora, ora um objeto sexual descerebrado.

O termo “pin-up” data dos anos 40, mas a bela é filha da revolução industrial. “É no século 19 que são reunidas as condições para a emergência do gênero”, indica Maria Buszek, “quando surgem os meios de produção das imagens em massa, uma classe média urbana e uma sociedade mais aberta à representação da sexualidade feminina”. Aos poucos vão sendo difundidos, na Europa e nos Estados Unidos, os calendários sexy, os cartões-postais e os pôsteres de atrizes de teatro, por vezes desnudadas.

Mas é a revista americana “Life” que vê surgir o primeiro grande fenômeno pin-up, em 1887: a “Gibson Girl”. Desenhada por Charles Dana Gibson, ela é burguesa, chique e está… vestida! Mesmo se os trajes de banho que descem até os joelhos, parecem ser claramente ousados. Enquanto as sufragistas, nas ruas, são alvos de vaias, que os jornais populares zombam da “New Woman” que pretende trabalhar e ser independente, Gibson impõe esta nova mulher como um ideal romântico.

Com um belo corte de cabelo; bem arrumada, ativa e segura de si, a Gibson Girl seduz os homens com o seu charme, e as mulheres com as suas roupas na moda. Em 1903, Gibson é o ilustrador o mais bem pago do país.

A idade de ouro da pin-up tem início durante os anos 30, com dois desenhistas que se tornaram clássicos do “cheesecake”: George Petty e Alberto Vargas, fazendo o sucesso da revista americana “Esquire”. Logo no seu primeiro número, em 1930, esta publicação masculina de alto padrão enfia nos intervalos das suas páginas de política e literatura uma “Petty Girl”: no começo, inteiramente vestida, ela irá se desfazer das suas pétalas no decorrer dos anos, antes de inaugurar, em 1939, o primeiro “caderno central de três páginas”, que deve ser desdobrado e destacado.

Enquanto a “Petty Girl” é uma ingênua charmosa, a “Varga Girl”, que lhe sucede, banca antes a mulher fatal. As duas têm em comum uma plásticatotalmente irrealista (pernas desmedidas e cintura de abelha), e um sucesso avassalador. O primeiro calendário de “Varga Girls”, publicado em 1940, é um best-seller. E a pin-up vai conquistando seus títulos de respeitabilidade: as revistas generalistas(”Time”, “Look”, “Cosmopolitan”…) passam a aderir a esta nova arte popular, e pedem a artistas para criarem esboços das stars de cinema no estilo “cheesecake”.

O intervalo entre as duas guerras mundiais vê surgirem dezenas de
desenhistas de pin-up, mais ou menos inspirados: Gil Elvgren, o chefe da “escola maionese”, cria calendários inspirando-se em Norman Rockwell e assina propagandas para a Coca-Cola; Art Frahm faz do“oops-deixei-cair-minha-calcinha” sua cansativa assinatura; e Zoé Mozert, por sua vez, faz dela mesma o seu modelo.

Mas, para que a pin-up se torne a arte popular americana por excelência, vai ser preciso esperar até a Segunda Guerra mundial. Ela é então requisitada pelo exército para reforçar o moral dos GI’s: as “Varga Girls” passam a cobrir seus corpos nus com a bandeira estrelada, alistam-se como enfermeiras, trajam o uniforme da Navy…. De um símbolo sexual libertino, a pin-up é elevada à patente de “deusa guerreira” e acaba personificando a mulher americana – segura de si e audaciosa.

Anônimas e atrizes de cinema espalham-se pelas paredes dos dormitórios e as portas dos armários dos soldados, dentro dos seus abrigos e até mesmo sobre a fuselagem dos aviões: é a “nose art”, discretamente incentivada pelas autoridades militares. Nunca a revista “Esquire” recebeu uma correspondência tão grande de fãs. De 1942 a 1946, 9 milhões de exemplares da revista são enviados gratuitamente para as tropas. Além disso, em 1942, quando os Correios americanos ameaçam retirar-lhe suas tarifas privilegiadas sob o pretexto de que os seus desenhos são “pornográficos”, a “Esquire” ganha seu processo, demonstrando o papel patriótico das suas criaturas de sonho.

As pin-ups mais célebres naqueles anos são a loira Betty Grable e a ruiva Rita Hayworth. A primeira causa sérios estragos nos corações dos GI’s com uma foto na qual ela nem sequer mostra seus seios: de costas, trajando um maiô de uma só peça, ela desafia com insolência a objetiva, com um sorriso travesso. Diz a lenda que ela acabou posando desse jeito para disfarçar uma gravidez nascente… Ela recebe dez mil cartas de fãs por semana, e esta foto serve de trampolim para a sua carreira de atriz.

Os “tommies” britânicos também têm a sua pin-up: Jane, uma espiã de pouca roupa a serviço da Sua Majestade, é publicada em histórias em quadrinhos no “Daily Mirror”.

Astuciosa, Jane nunca perde uma oportunidade para rasgar suas roupas – Ah! Esses danados fios de arame-farpado!… Ela é tão famosa que os soldados são autorizados a embarcar provas inéditas da série a bordo dos submarinos, de modo a não perder nenhum episódio.

Enquanto os combates estão no auge, a pin-up exibe orgulhosamente sua glória e sua independência. Mas o fim da guerra, que vê se impor a pin-up fotografada, muda por completo as regras do jogo. “Os anos 50 são conservadores”, comenta Maria Suszek. “A mulher passa então a encarnar papéis mais tradicionais. É a era da ‘virgem eterna’ e do ‘avião loiro e ingênuo’”.

Marilyn Monroe encarna este clichê com perfeição: em 1949, Norma Jean não passa de uma atriz sem um tostão que posa nua para o fotógrafo Tom Kelley. Mas quando é publicado o calendário “Golden Dreams”, ela já evoluiu bastante, e o estúdio a aconselha a negar que se trata dela. A jovem mulher opta antes por alertar os jornalistas e acaba sendo transformada em pouco tempo num símbolo sexual dos Estados Unidos. O ícone mítico e sorridente fará a sua glória, mas também causará a sua desgraça: é difícil impor-se como uma atriz séria quando você encarnou a loira descerebrada cujo vestido é levantado pelo vento (”Sete anos de reflexão”, 1955, de Billy Wilder).

Há muito tempo, o “cheesecake” tem o seu equivalente masculino, mais
discreto: o “beefcake”. Na época de Marilyn, o apolo Tab Hunter é recrutado pelos estúdios para encarnar junto ás adolescentes o solteiro branco, loiro, tranqüilizador e viril, contra o “bad boy” Marlon Brando. O pobre ator, que se vê obrigado a concluir todas as suas entrevistas com um comentário fazendo a apologia da vida matrimonial, é na realidade homossexual… Desde então ele contou sua vida dupla num best-seller amargurado, “Tab Hunter Confidential” (2005).

No decorrer dos anos, o mercado da pin-up se vê limitado às revistas para homens. Em 1953, uma nova revista, a “Playboy”, toma o lugar da “Esquire” (que se desinteressou de uma vez por todas da pin-up), e se especializa no “cheesecake”. A primeira “playmate” das páginas centrais é uma certa Marilyn Monroe. Por trás das suas reivindicações de liberação sexual, a revista faz da pin-up uma boneca sem personalidade. As poses são previsíveis, as fotos retocadas – as modelos são fotografadas no frio, para que as suas mamas fiquem arrebitadas. A pin-up da geração Playboy ou Pirelli – o calendário da marca de pneus nasce em 1964 – afastou-se do grande público.

Será que por causa disso o “cheesecake” morreu? “Ao contrário, ele está em todo lugar”, afirma Maria Buszek. “Toda e qualquer foto de Britney Spears é uma pin-up. Mas ninguém a chama mais assim”. Ainda subsistem alguns desenhistas nostálgicos para manter a chama viva, reinterpretando as pin-ups históricas, tais como Betty Page.

A pin-up também conquistou o campo da arte, com artistas tais como Cindy Sherman, que, desde os anos 70 vem desenvolvendo uma reflexão a respeito da representação da mulher.

Mas, a herança a mais recente da pin-up talvez deva se procurada do lado do “novo burlesco”, nos Estados Unidos. Trata-se de uma corrente que vê as garotas combinarem, no palco, o cabaré com o strip-tease kitsch. Será um retorno às origens? De fato, foi nos teatros, no século 19, que nasceram as primeiras pin-ups: sexy, espertas e… feministas.

Hoje temos Suicide Girls e Dita Von Teese, como elo de ligação dessa época com os dias de hoje, para mim as pin ups não podem deixar de existir nunca, afinal elas são parte da cultura e sempre devemos preservar a cultura.”

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Abr,

Zaboobs
fonte: UOL, Claire Guillot, Tradução: Jean-Yves de Neufville